A iniciativa, que já está em seu quinto ciclo, tem como
uma de suas principais missões reestruturar e qualificar a formação médica no
País.
Este aspecto do programa foi tema de artigo publicado pela
Folha de S. Paulo, assinado pelos ministros Arthur Chioro (Saúde) e Henrique
Paim (Educação), além do advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams.
No texto, eles ressaltam que as maiores críticas realizadas
contra o programa estão concentradas em ações de curto prazo.
Segundo os gestores, essa percepção limitada do programa faz
com que elementos estruturantes da iniciativa passem despercebidos.
“As críticas perdem de vista que o pilar do Mais Médicos
reside na reestruturação da formação médica”, afirmam.
“Até 2018, serão 11.447 novas vagas de graduação em medicina e
mais 12 mil vagas de residência médica", detalharam.
Eles afirma que essa expansão tem por base inovações para
desconcentrar a formação médica no País.
Do total de novas vagas, 30% serão ofertadas pela rede
federal, especialmente no interior do País.
Aprovado por 84% da população, o programa #MaisMédicos passou
a contar, neste mês, com 13.235 profissionais que atuarão em 4.040 municípios.
Com isso, 46 milhões de brasileiros contarão com atendimento
de qualidade em saúde.
Leia a "Revolução no Ensino Médico" em http://bit.ly/1e9PoJ
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